quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Goldman Model of the Dynamics of Organizational Knowledge

Dears

The figure below represents an updated version of the conceptual framework I have been building on the Dynamics of Organizational Knowledge.
This is an updated version. The latest version had been posted on this blog on 19.05.2009 and can be given in http://kmgoldman.blogspot.com/2009/05/modelo-goldman-da-dinamica-da-relacao.html .
Essentially, no significant changes. Only some elements were inserted in order to make concepts clearer.
In the next posts I intend to develop some ideas on the framework, I have been proposing.
Sincerely
Fernando Goldman
Click on the image to see it enlarged.

Modelo Goldman da Dinâmica do Conhecimento Organizacional

Prezados

A figura abaixo representa uma versão mais atualizada do modelo conceitual do framework que venho construindo sobre a Dinâmica do Conhecimento Organizacional.

Trata-se de uma versão mais atualizada. A última versão havia sido postada neste blog em 19.05.2009 e pode ser conferida em http://kmgoldman.blogspot.com/2009/05/modelo-goldman-da-dinamica-da-relacao.html.

Não houve fundamentalmente grandes mudanças. Apenas foram inseridos alguns elementos, visando deixar mais claros alguns conceitos.

Nas próximas postagens pretendo desenvolver algumas ideias sobre o framework, que venho propondo.

Forte abraço

Fernando Goldman



Clique na imagem para vê-la ampliada.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

A cartilha não é conhecimento

Prezado Sebastião


Repare que a epistemologia que você descreve em seu comentário anterior é diferente da que eu uso. Não estou entrando no mérito se é melhor ou pior. A questão não é bem esta. A questão é se a epistemologia adotada ( por mim, por você, ou por quem quer que seja) é adequada aos fins a que se destina. Se produz resultados adequados.

O Spender diz que para ser a base de uma Teoria da Firma, o conhecimento deve ser definido com precisão suficiente para nos deixar ver qual conhecimento é significativo para a empresa e tem ainda de explicar como isso leva à vantagem competitiva.

É comum vermos ações ditas de Gestão do Conhecimento patinando. Isto em geral acontece porque – apoiada numa definição inadequada de conhecimento - se começa a capturar informações, acreditando-se que se esta criando conhecimento.

Numa epistemologia em que se acredita que o conhecimento é uma capacitação para ação eficaz - e que ele só existe como resultado do raciocínio de um ser humano - fica mais fácil entender que qualquer coisa que eu ou qualquer outra pessoa escreva, por mais gabaritada que essa pessoa seja, não se constitui em conhecimento. Mesmo estando explícita ( codificada ou articulada), esta informação não é conhecimento objetivo ( coisa que não existe). Não é nem mesmo conhecimento, pois perdeu seu caráter dinâmico, tornando-se estática. Não é mais uma capacitação de ação eficaz, mas apenas uma informação.

A cartilha não é conhecimento, ela possibilita que um indivíduo aprenda e passe a ter capacitação para agir.

Aquilo que se caracteriza como o conhecimento capaz de criar vantagem competitiva para uma empresa não é bem aquilo que está no manual de operações daquela empresa, mas a maneira como as pessoas que compõe a empresa reagem quando surge alguma situação que não está no dito manual.

Isto não significa que não seja útil ter um manual de operações. Ao contrário, codificar aquilo que se sabe em um manual pode ajudar a reduzir a incerteza. O que não se pode é imaginar que o manual de operações irá eliminar a incerteza e que basta ter um manual para se estar fazendo Gestão do Conhecimento. O principal papel da Gestão do Conhecimento é influenciar, corrigir e aperfeiçoar os processos, políticas e programas da empresa que influenciam, corrigem e aperfeiçoam a criação de seu Conhecimento Organizacional.

Eu prefiro dizer, em linha com a epistemologia que adoto, que o manual de operações traz as informações que possibilitarão aos funcionários criarem conhecimento.

Está claro que determinados arranjos organizacionais precisam focar mais na informação do que no conhecimento de modo a criar certa massa crítica. Por isto, no modelo que proponho há um espaço relevante para as ações focadas no conhecimento explícito que, em linha com o que já foi dito acima, se caracterizam como Gestão da Informação.

Forte abraço

Fernando Goldman

Publicada originalmente no Grupo de Discussão KM4Dev Brazil, em 10.02.2012.

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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Conhecimento Organizacional e Crescimento Sustentado

Prezados


A amiga Elizete Sá, que a exemplo de muitos outros membros da SBGC ainda não se juntou ao nosso grupo de discussão e está fazendo falta, me enviou um e-mail comentando os slides que disponibilizei no Slideshare (http://www.slideshare.net/Goldman/2012-01-20druidpresentation?from=new_upload_email), sobre a apresentação feita na Druid Academy 2012.

Ela identificou um encadeamento bem interessante entre criação do conhecimento, vantagem competitiva e crescimento sustentado.

Eu me arriscaria a ampliar esta conexão inserindo outros elementos como inovação e Aprendizado Organizacional.

Se nós adotamos a premissa da Teoria da Criação do Conhecimento Organizacional de que a Inovação é ‘a criação dinâmica de Conhecimento Organizacional’, podemos dizer que as empresas inovavam buscando criar vantagens competitivas, propiciadas pelas assimetrias de conhecimento geradas por novas técnicas (produtos e processos), novos padrões organizacionais ou novos desenhos institucionais.

Já o Aprendizado Organizacional, entendido como o processo dinâmico pelo qual uma empresa se adapta, ativa ou reativamente, às mudanças em seu ambiente de negócios é obtido pelas inovações que vai conseguindo produzir.

É, em última análise, o Aprendizado Organizacional que propicia o crescimento sustentado de uma empresa. Como o Aprendizado Organizacional é obtido pelas inovações, as quais são resultados da criação dinâmica de Conhecimento Organizacional, podemos dizer que a criação dinâmica de Conhecimento Organizacional propicia o crescimento sustentado.

Parece só um jogo de palavras, mas por trás deste encadeamento está um enigma que vem desafiando os economistas, os pesquisadores da administração e os teóricos da gestão estratégica corporativa por muito tempo.

Forte abraço

Fernando Goldman

* Mensagem publicada originalmente na comunidade KM4Dev Brazil (http://www.km4dev.org/group/km4dev-brazil) em 03.02.2012

domingo, 29 de janeiro de 2012

Apresentação na DRUID Academy Conference 2012

Prezados

Segue a apresentação que fiz dia 20 passado na DRUID Academy Conference 2012, realizada em
Cambridge - UK, de 19 a 21 de janeiro de 2012.



O artigo relativo à apresentação está disponível em:

http://druid8.sit.aau.dk/acc_papers/534ver8gbikdxli8v467pfxeif1v.pdf


Forte abraço

Fernando Goldman



domingo, 15 de janeiro de 2012

E Piaget? onde entra nesta história?

Prezado Cláudio



Muito interessantes e oportunas suas considerações sobre a Teoria Piagetiana.


Segue um pequeno trecho do meu livro ‘O que é Gestão do Conhecimento?’, ainda no prelo, para ilustrar o assunto:


A Epistemologia Genética de Piaget é uma teoria que analisa o comportamento psicológico humano, área normalmente afeta à Psicologia, embora Piaget não fosse psicólogo. Analisa aspectos relacionados ao aprendizado, área normalmente afeta à Pedagogia, embora Piaget não fosse pedagogo.


Como biólogo o interesse de Piaget, ao desenvolver sua teoria, era dar uma fundamentação à forma de como se "constrói" o conhecimento humano.


Sua teoria pode ser considerada um meio termo entre o apriorismo – pois não aceita que todo o conhecimento seja, a priori, inerente ao próprio sujeito – e o empirismo – ao não aceitar que o conhecimento provenha totalmente das observações do meio que cerca o sujeito.


A teoria de Piaget é denominada de "Construtivismo", por entender o conhecimento como um processo permanentemente em desenvolvimento, que estará sempre sendo construído através das interações entre o sujeito e seu meio.
Para aqueles que desejam conhecer um pouco mais sobre o construtivismo ou maiores informações sobre o que ele é, eu recomendo o artigo de Fernando Becker: ‘O Que é construtivismo?’, publicado na Revista de Educação ( AEC, Brasília, DF, v. 21, n. 83, p. 7-15, 1992) e disponível em http://www.crmariocovas.sp.gov.br/pdf/ideias_20_p087-093_c.pdf .


Embora a Epistemologia Genética seja uma boa teoria para tentarmos entender o mecanismos de aprendizado de um ser humano, ela não nos informa o suficiente sobre o assunto que está sendo aqui discutido, ou seja, o conhecimento no âmbito organizacional.


Uma vez que adotamos uma abordagem social-construtivista, resta discutir a existência, ou não, de um ‘conhecimento objetivo’, independente do conhecedor.


Sua ideia de trazer Piaget à nossa discussão foi muito boa e trouxe luz sobre alguns aspectos muito importantes sobre com se dá a construção do conhecimento, mas eu não saberia dizer se na imensa obra dele, ele chegou a abordar o aspectos de análise do conhecimento em si. Confesso que conheço superficialmente a obra de Piaget, que segundo consta tem mais páginas que a Enciclopédia Britânica, mas creio que ele estava interessado nos aspectos mais conceituais de como se dá o aprendizado humano, não entrando no mérito se a construção do conhecimento é um processo apenas mental ou mental/corporal. Se ela se dá apenas conscientemente ou também de forma inconsciente, como explicou Polanyi.


Forte abraço


Fernando Goldman

* Mensagem publicada originalmente na comunidade KM4Dev Brazil em 12.01.2012

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

O conhecimento objetivo*

Prezado Sebastião


Realmente estamos diante de uma diferença de definições do conhecimento, que é fundamental, porém muitas vezes negligenciada.

Eu gosto e uso com muita frequência uma frase da Verna Alee, que diz que ‘a forma como você define conhecimento, define a forma como você o gerencia’.

Esta pequena frase traz em si uma série de importantes ideias. A primeira delas é que o conhecimento é um fenômeno social. Conhecimento é aquilo definimos, de acordo com a comunidade epistemológica à qual pertencemos, ou à qual queremos compor.

Então, de imediato, devemos encarar com naturalidade o fato de termos conceituações diferentes para o conhecimento e me parece que você tem toda razão quando diz que seria interessante compararmos nossas conceituações para ver se aprendemos algo de tal comparação.

Há por trás de nossa diferença de conceituação uma grande batalha filosófica. Algo que só é acessível àqueles que - conforme o chavão - acreditam na força das ideias e não na ideia da força.

A grande batalha à qual me refiro é entre o subjetivismo e o objetivismo. É a batalha à qual Michael Polanyi dedicou os últimos anos de sua vida. Polanyi identificava o objetivismo contido no positivismo da ciência – na ideia de um conhecimento não contaminado pelas ideias e pelos modelos mentais de seu criador - como responsável pelo aparecimento dos regimes totalitários - que emergiram na primeira metade do século XX - e se dedicou à ideia de que não existe uma coisa tal como um conhecimento objetivo, independente das características pessoais do ser humano que o criou.

Mas é importante entender que determinadas conceituações – mesmo que parecendo simplistas - podem ser úteis para determinadas tarefas e só se mostrem inadequadas quando se precisa aprofundar a análise. Por exemplo, antigamente quando uma professora dizia que uma criança ia à escola de primeiro grau para receber conhecimentos, talvez não valesse à pena ser crítico ao quanto a frase poderia ou deveria ser questionada.

Hoje, com o aparecimento do google e outras ferramentas, que disponibilizam um mundo de informações e que grande parte daquilo que o professor anotava no quadro-negro está disponível na Internet, a custo e esforço zero, vai ficando cada vez mais claro o grande papel da escola de ensinar à criança a pensar, a interagir socialmente e por aí vai.

Não gosto de me alongar demais em minhas postagens por isso gostaria de ouvir outras opiniões, antes de prosseguir na ideia da importância de se diferenciar informação e conhecimento e se existe tal coisa como um conhecimento objetivo.

Forte abraço

Fernando Goldman

* Mensagem publicada originalmente na comunidade KM4Dev Brazil em 11.01.2012

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Belo Monte: 36 anos de discussões

Prezados


Para quem tem interesse em melhor conhecer a citada polêmica sobre a construção da Usina de Belo Monte, a revista O Setor Elétrico acaba de publicar um artigo da jornalista Flávia Lima, intitulado Belo Monte: 36 anos de discussões.

O artigo está disponível em http://www.osetoreletrico.com.br/web/colunistas/joao-jose-barrico-de-souza/754-belo-monte-36-anos-de-discussoes.html .

No artigo vocês encontrarão uma pequena declaração minha, que reproduzo abaixo:

Na opinião do engenheiro Fernando Goldman, doutorando do Programa de Políticas Públicas, Estratégias e Desenvolvimento do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (PPED/UFRJ), a construção de uma grande hidrelétrica como esta significa um impacto ambiental em uma área muito maior do que a do reservatório, impacto este que precisa ser avaliado antes e monitorado depois para ver os resultados. “Quando se faz isto em um ambiente tão complexo quanto a Floresta Amazônica, com suas múltiplas interações, abre-se mão do princípio da precaução. Não há resultados garantidos visto que se está falando de uma decisão tomada em contexto de incerteza (não de risco) e racionalidade limitada”, argumenta.


Para ele, continuar com Belo Monte significa, acima de tudo, “abrir mão do potencial brasileiro de transição para uma economia de baixo carbono, que poderia ser benéfica a todos os brasileiros, em nome da manutenção de um modelo que já apresentou bons resultados décadas atrás, em outro contexto, mas que hoje está ultrapassado, se mostrando concentrador de rendas”.
Forte abraço

Fernando Goldman

A verdadeira polêmica de Belo Monte*

Prezado Sebastião


Sua última frase, sobre a necessidade do Brasil dar uma certa atenção ao fluxo e a capacidade de absorção/apropriação do conhecimento que está sendo produzido hoje, pode ser melhor avaliada pela polêmica, ou por uma falsa polêmica, quanto a construção da Usina de Belo Monte, que rola por aqui.

Aquilo que eu venho chamando de o “rolo compressor da solução hidrelétrica” vem minando qualquer tentativa de debate sério de políticas públicas voltadas à criação de conhecimento no país.

Há uma clara tentativa de desviar o foco do debate, discutindo se: é possivel ou não construir a famigerada usina, se ela afetará os índios, se ela inundará 580 ou 640 km2, se ela ajuda ou não o sistema elétrico nacional e uma série de discussões de menor importância frente a verdadeira discussão que se deveria fazer, que seria:

continuar investindo em geração centralizada de grande porte e transmissão a longas distâncias, com tecnologia importada já amadurecida e/ou nacional de baixo impacto seria a melhor alternativa de investimento para o conhecimento do país?
Notícia do Jornal da Energia de 04/01/2012, disponível em http://www.jornaldaenergia.com.br/ler_noticia.php?id_noticia=8678&id_tipo=2&id_secao=17&id_pai=0&titulo_info=Reino%20Unido%3A%20energia%20limpa%20gera%20empregos informa que em meio à crise europeia, o secretário de Estado para o Departamento de Energia e Mudança Climática do Reino Unido, Chris Hune, voltou a defender os benefícios econômicos dos investimentos em energia renovável. E quando ele fala em energia renovável ele está pensando em energia sustentável e não em hidrelétricas de grande porte, com seus proporcionais impactos ambientais, locais e sistêmicos.

A informação é que, até o final do ano passado, empresas do setor já haviam anunciado planos de investimento de quase 2,5 bilhões de libras - cerca de R$7,1 bilhões - em projetos de energia limpa naquele país, com potencial para a criação de 12 mil empregos.

Segundo o tal do Chris Hune, é a oportunidade dos tradicionais centros industriais prosperarem novamente, ou seja, é a determinação do Reino Unido de se adequar ao século XXI, gerando tecnologia (conhecimento), enquanto o Brasil enterra, ou afunda, pelo menos R$ 30 bilhões em tecnologia desenvolvida no início do século XX, sem levar em conta o tipo de empregos gerados.

Forte abraço

Fernando Goldman

* Mensagem publicada originalmente na comunidade KM4Dev Brazil em 10.01.2012

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Audio das palestras do 1º encontro Eu no Mundo de Todos

Prezados
O pessoal da Equipe Eu no Mundo de Todos está disponibilizando, no blog deles, o audio das palestras apresentadas durante o 1º encontro Eu no Mundo de Todos realizado no Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ, ao qual tive o prazer de assistir.

Vale a pena dar uma ouvida em todas as apresentações.


Estão reunidos na página http://www.eunomundodetodos.com.br/p/1-encontro-eu-no-mundo-de-todos.html os conteúdos em aúdio do belo evento que eles organizaram.

Forte abraço

Fernando Goldman

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Áurea Laguna e As Alquimistas da Palavra com a Oficina: "Nos Domínios do Saber Lobatiano"

Prezados
Compartilho com vocês o convite para uma nova atividade das amigas Deka e Sonia.
Forte abraço
Fernando Goldman


Bom dia, Fernando

Envio-lhe a programação  da Oficina: "Nos Domínios do Saber Lobatiano", com um conteúdo interessante, principalmente para as pessoas que, na infância, "moraram" no Sítio do Picapau Amarelo.

Se possível, peço-lhe que divulgue esta Programação.

Um abraço
Deka Teubl
2a. Secretária da Associação dos Amigos da Biblioteca Popular de Botafogo "Machado de Assis"
Profa. (Letras) e Contadora de histórias


Programação              

                         Oficina
              "Nos Domínios do Saber Lobatiano"

"Ah! Que mundos diferentes, o do adulto e o da criança! Por não compreender  isso e considerar a criança "um adulto em ponto pequeno",  é que tantos escritores fracassam na literatura infantil e um Andersen fica eterno" (Monteiro Lobato)

. Ministrante: Áurea Laguna
                      Especialização em Língua Portuguesa e Estudos Literários (Ribeirão Preto) e em Literatura e Crítica Literária (Unesp).
                      Autora dos manuscritos "Os Ilustradores de Monteiro Lobato" e "O 'Saber' nas vozes lobatianas de Emília  do Visconde de Sabugosa".
. Programação (Público adulto)
- Abertura: contação de história: Sonia Sampaio
- O nascimento da Literatura para crianças na Europa
  . Perrault, Irmãos Grimm e Andersen
  . As instituições: família e escola nos séculos XVIII e XIX
- A Literatura para crianças no Brasil
  . A literatura escolar
  . O surgimento do escritor Monteiro Lobato
- A permanência de Lobato na atualidade
  . A saga do Sítio do Picapau Amarelo
  . O resgate das obras literárias do escritor
- Atividades lúdicas- Bibliografia
- Entrega de certificados
         
. Local: Espaço Cultural Correia Lima . Endereço: Rua Bento Lisboa, 58 - 1o. andar / Catete / RJ     
. Dia: 14 de dezembro de 2011 (quarta-feira)
. Horário: das 14:00 às 16:00 horas
Carga horária: 2 horas-atividade
. InvestimentoR$25,00 (com material didático)
. Inscrição: até 12/12/2011 (sábado) com
 - Sonia Sampaio / e-mail: sonia.sampaio@oi.com.br
      Fone: (21) 2551-3572  ou
 - Deka Teubl    /   e-mail: dekateubl@yahoo.com.br
      Fone: (21) 3237-7237    
Atenciosamente
As Alquimistas da Palavra
Sonia Sampaio e Deka Teubl

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Apresentações do Sebastião Ferreira na KM4Dev Brazil

Prezados


Há duas apresentações, em Power Point, muito interessantes, do consultor Sebastiao Ferreira na nossa comunidade brasileira do KM4Dev. Uma na conferência do Centro de Pesquisas Europeos (York) e outra num seminario organizado pelo IICA-CGIAR em Brasilia.

O Sebastião Ferreira é um brasileiro, que hoje vive no Perú, e que de 2006-2011 foi professor visitante no MIT, participando de um laboratorio de inovação. Ele foi convidado por um trabalho de apoio a inovação em comunidades que fez na América Latina e por algumas metodologias e ferramentas cognitivas que vem desenvolvendo.

Para se juntar ao Grupo de Discussão KM4Dev Brazil, você primeiro pedir para se associar à comunidade KM4Dev e aguardar a aceitação, que leva normalmente um dia.

A comunidade Knowledge Management for Development (KM4Dev), que é uma comunidade internacional onde estão conectados entusiastas de Gestão do Conhecimento e especialistas em Políticas Públicas voltadas ao desenvolvimento, interessados em questões sobre como as diferentes abordagens do Conhecimento podem propiciar o desenvolvimento internacional.

A participação na comunidade KM4DEV, http://www.km4dev.org/ , é absolutamente livre de custos e possibilita o acesso a uma ampla gama de informações, incluindo o KM4dev Journal.

O Grupo de Discussão KM4Dev Brazil é um espaço para os membros brasileiros do Km4Dev, que querem fazer network e compartilhar experiências sobre Gestão do Capital Intelectual e KM para o desenvolvimento como precursores da Inovação.

Os comentários podem ser em inglês ou português.

Depois de se associar ao KM4Dev, basta se juntar ao http://www.km4dev.org/group/km4dev-brazil, que em breve será acessível somente aos membros registrados.

Forte abraço

Fernando Goldman

Da série 'Frases que dizem tudo' - Ayn Rand

Prezados


Segue frase que recebi da amiga Maria Tereza Garcia.


Forte abraço


Fernando Goldman


Uma frase que diz tudo. Frase da filósofa russo-americana Ayn Rand (fugitiva da revolução russa, que chegou aos Estados Unidos na metade da década de 1920), mostrando uma visão com conhecimento de causa:



Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em auto-sacrifício; então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada”.






terça-feira, 29 de novembro de 2011

Belo Monte, decisão técnica ou política?


Prezados
Recebi três mensagens trazendo argumentações contra o vídeo dos artistas da Globo, sobre Belo Monte, que mostrei na postagem de 20.11.2011.
A primeira, em um vídeo, com argumentos um tanto ingênuos, postado no Youtube: http://www.youtube.com/watch?v=JhYd48tQav4&feature=youtu.be
A segunda, traz um texto assinado por Delfim Neto, que pode ser classificado como terrorismo ingênuo. Afinal, como a construção de uma enorme usina subaproveitada vai inibir a ganância de outros povos por nossa água?
A terceira, traz um comentário do blog de um tal de Reinaldo Azevêdo, que se apresenta como inimigo do PT, da Dilma e do projeto de Belo Monte, mas faz considerações que tornam difícil imaginar que sua apresentação esteja totalmente correta. Acho que ele é inimigo mesmo é da Globo e da Maitê Proença.
Todas três mensagens tentam convencer a quem as acesse, de forma um tanto áspera, que o tal vídeo dos artistas globais dizia um monte de bobagens ou premeditadas inverdades.
Vou me ater aos dados e informações sobre o emprendimento de Belo Monte e evitar considerações de ordem pessoal a este ou a
àquele artista. Infelizmente o vídeo dos artistas da Globo está certo em vários pontos quando questiona Belo Monte como decisão política.
Chamar os artistas da Globo de Magdos e Magdas não muda o caráter da decisão tomada.  Não é minha intenção me envolver nesta discussão e por isso não vou discutir ponto por ponto da questão Belo Monte, mas acho importante que se esclareçam alguns pontos, sem passionalidades e terrorismos ingênuos.
O primeiro ponto importante de ser esclarecido passa pela definição – vejam bem! trata-se de uma definição, eu diria política, ou seja, que depende dos interesses envolvidos – se energia hidrelétrica proveniente de usinas de grande porte deve ou não ser considerada fonte de energia limpa. Belo Monte será a terceira maior hidrelétrica do mundo em capacidade instalada, não restando dúvidas de que se trata de uma usina de grande porte.
É importante notar que tal definição deveria ser e é independente de se a usina vai ser construída no meio da Floresta Amazônica. Independente do seu caráter concentrador de renda. Independente de se o projeto é viável economicamente ou não. Independente se os 25 bilhões de reais inicialmente previstos para sua construção poderiam ser usados de forma muito mais sábia para o desenvolvimento de tecnologia genuinamente nacional e por aí vai.
Segundo o documento "Green Investing Towards a Clean Energy Infrastructure" do Fórum Econômico Mundial (2009) 'o investimento em energia limpa deve ser definido como o investimento em energia renovável e tecnologia de eficiência energética, porém  excluindo a energia nuclear e as grandes hidrelétricas'.
As razões porque a energia nuclear não deve ser considerada energia limpa, embora não gere um único centímetro cúbico de fumaça, carbono portanto, me parecem óbvias demais para precisarem aqui de alguma análise.
Quanto às hidrelétricas de grande porte, que também não geram fumaça, a discussão pode ser estendida, dependendo dos interesses envolvidos. Se você está a serviço dos interesses dos que constróem barragens - vou evitar a palavra "empreiteros", para não ficar pesado - ou a serviço dos fornecedores de equipamentos elétricos de grande porte, nenhum deles desenvolvido no Brasil, embora alguns até sejam fabricados aqui, por uma questão de logística favorável, talvez você não ache conveniente usar a definição do Fórum Econômico Mundial. Paciência.  
Seria conveniente, no entanto, lembrar que a busca de energia limpa está diretamente associada ao conceito de sustentabilidade, que, por princípio, significa que o uso dado a determinado recurso no presente não impedirá seu uso no futuro.
Quando se constrói uma grande hidrelétrica, isto significa um impacto ambiental numa área muito maior do que a do reservatório, impacto este que precisa ser avaliado antes e monitorado depois para ver os resultados. Quando se faz isto em um ambiente tão complexo quanto a Floresta Amazônica, com suas múltiplas interações, abre-se mão do Princípio da Precaução e adota-se a postura do 'vamos fazer para ver o que é vai dar'. Não há resultados garantidos visto que se está falando de uma decisão tomada em contexto de incerteza ( não de risco) e racionalidade limitada e que em casos assim, só os idiotas acreditam no óbvio.
Por exemplo, pode parecer óbvio que um lago com 0,019% da área da parte brasileira da floresta deve não ter impacto ambiental nenhum e um lago com 0,34% causaria um estrago vinte vezes maior, ou seja, nenhum impacto, pois vinte vezes nenhum resultaria em nenhum impacto. Temos aqui um belo exemplo do raciocínio linear cartesiano, tão útil para analisar impactos ambientais quanto a estatística para prever o resultado de uma partida de futebol. Estamos falando de fenômenos emergentes associados à Teoria da Complexidade, onde nada é tão óbvio quanto possa parecer.
Já no terreno da propaganda, dos comentários dos links lá do início desta postagem, , muito menos complexo, é óbvia a presença de um dedo dos interesses do rolo compressor da solução hidrelétrica centralizada, ou seja, da contrução de Usinas Hidrelétricas de grande porte - implicando na implantação grandes sistemas de transmissão de energia e o redimensionamento, com consequente troca, de muitos dos equipamentos já existentes.
Parece haver a vontade de desqualificar a opinião de qualquer um que não seja favorável ao empreendimento. Afinal, Belo Monte não será ruim para todos. Se os interessados em ver o projeto sair do papel chamam de Magdos e Magdas a atores de reconhecimento nacional, como alguns dos do vídeo, só porque estão convidando as pessoas a discutirem outras possíveis soluções, imaginem o que fariam com os simples mortais.
É importante entender que por trás da discussão de se os artistas da Globo têm o direito de se manifestar sobre um assunto, que parece muito técnico, está a decisão política, que afeta a todos nós, de se manter o paradigma já exaurido da Geração Centralizada em detrimento de abraçarmos um novo paradigma de planejamento energético, Geração Distribuída e Eficiência Energética, capaz de propiciar ao Brasil o catching-up tecnológico na transição da humanidade para uma Economia de Baixo Carbono.
A decisão política que estamos tomando é se chegaremos a esta nova economia como atores, com nossas próprias tecnologias, ou como espectadores com nossas grandes e ultrapassadas hidrelétricas, por mais modernas que elas possam parecer aos desinformados sobre o tema tecnologia.
Se os globais não têm o direito de se manifestarem, imagine-se o cidadão comum.
Forte abraço
Fernando Goldman

domingo, 20 de novembro de 2011

Belo monte de bobagens

Prezados

Parece que mais gente bem informada anda levantando a voz contra a Terceira Maior Hidrelétrica do Mundooooo.

Segue vídeo sobre o assunto. Vejam antes que tirem do ar.

Forte abraço

Fernando Goldman

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Organizational Knowledge Management as a precursor of Innovation

Prezados

Segue a apresentação da Semana da produção da Faculdade SENAI/ CETIQT, vertida para o inglês.

Forte abraço

Fernando Goldman


The End of Management

Prezados
Eu recebo sempre os e-mails da Lista de Discussão do Rubens Queiroz de Almeida, sempre com um pequeno texto muito interessante sobre vários temas e o respectivo vocabulário. Recomendo a todos que desejem aperfeiçoar seu inglês. Uma das últimas mensagens que recebi tem um parágrafo que eu gostaria de compartilhar com vocês.

Vocês podem concordar ou não com seu conteúdo, mas vale a pena analisar o texto abaixo.
Na verdade, ele fala das complexidades de uma relação que ainda  pressupõe uma completa separação entre aqueles que desenvolvem as idéias e aqueles que têm de pô-las em prática nas empresas, ou seja, a questão que Frederick W. Taylor se propos a resolver.
Spender se refere a Taylor como ‘o autor da mais amplamente apreciada Teoria da Firma Baseada no Conhecimento'.
Forte abraço
Fernando Goldman

Managers

Managers are the dinosaurs of our modern organizational ecology. The Age of Management is finally coming to a close. The need for overseers, surrogate parents, scolds, monitors, functionaries, disciplinarians, bureaucrats, and lone implementers is over, while the need for visionaries, leaders, coordinators, coaches, mentors, facilitators, and conflict resolvers is steadily increasing, pressing itself upon us. ... Nearly unnoticed, a far-reaching organizational transformation has already begun. This revolution is attempting to turn inflexible, autocratic, static, coercive bureaucracies into agile, evolving, democratic, collaborative, self-managing webs of association.
The End of Management, Kenneth Cloke & Joan Goldsmith

Vocabulary Help

  • age - idade
  • management - gerenciamento
  • come to a close - acabar
  • need - necessidade
  • overseer - supervisores
  • surrogate parents - pais adotivos
  • scold - repreender
  • to be over - acabado
  • coach - orientador
  • steadily - firmemente
  • increase - aumentar
  • unnoticed - silenciosamente, sem ser notado
  • far-reaching - de longo alcance
  • begin (begin, began, begun) - começar
  • attempt - tentar
  • turn - transformar
  • self-managing - auto gerenciável
  • web - teia

Para receber as mensagens da lista, com o áudio das mensagens gravado por um nativo da língua inglesa visite http://efrl.idph.com.br/ +++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++

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sábado, 12 de novembro de 2011

O Brasil como país exportador de commodities ou de produtos intensivos em conhecimento

Prezados


Recebi o boletim do Crie em que o Marcos Cavalcanti divulga o Programa Conta Corrente Especial de hoje, sábado (12/11), falando de empreendedorismo e inovação, onde ele e o Ysmar Vianna foram entrevistados pelo George Vidor sobre como o Brasil deve se preparar para estimular a inovação no Brasil.

O foco da discussão é o momento que vivemos, onde o Brasil ainda precisa, apesar de estarmos na segunda década, escolher a forma de sua inserção no século XXI: se como país exportador de commodities ou de produtos intensivos em conhecimento.

Ainda não sei exatamente o horário do programa, mas se não puder vê-lo diretamente vou acessar o site da Globo News para asistí-lo com calma.

Mas é interessante que esta discussão se apresente e vale a pena lembrar que ela não é tão nova quanto pode parecer à primeira vista.

Para quem ainda não conhece, vale a pena conhecer o debate travado entre Eugênio Gudin e Roberto Simonsen, na década de 1940. Será possível ver que a discussão é muito mais antiga do que pode nos parecer.

A controvérsia se dava naquele momento com relação a dois pontos básicos. De um lado Simonsen, representando a inovação, tentando tirar o país da condição de simples exportador de commodities, o que naquele momento significa a planificação de um processo de industrialização como forma de mobilização econômica do país e de outro Gudin, um liberal extremado, que defendia com riqueza de argumentos nossa vocação agrícula, insistindo no aumento da eficiência (leia-se produtividade) e o ‘não’ ao planejamento que buscava a eficácia.

Muitos não percebem, mas continuamos mergulhados nesta controvérsia até hoje, mesmo que tenhamos passado da Era Industrial para a Era do Conhecimento.

O IPEA lançou dois livros comemorativos sobre o debate travado entre Eugênio Gudin e Roberto Simonsen, que estão disponíveis em :

http://www.ipea.gov.br/sites/000/2/livros/2010/Simonsen_Vol.1.pdf

http://www.ipea.gov.br/sites/000/2/livros/2010/Simonsen_Vol.2.pdf

Vale a pena conhecer o rico material ali produzido e não deixar de assistir o programa também.

Forte abraço

Fernando Goldman

domingo, 6 de novembro de 2011

Grupo de Discussão brasileiro na comunidade Knowledge Management for Development (KM4Dev)

Prezados
 
 
Acabo de criar um Grupo de Discussão brasileiro na comunidade  Knowledge Management for Development (KM4Dev), que é uma comunidade internacional onde estão conectados entusiastas de Gestão do Conhecimento e  especialistas em Políticas Públicas voltadas ao  desenvolvimento, interessados ​​em questões sobre como as diferentes abordagens do Conhecimento podem ser precursoras das inovações necessárias ao desenvolvimento internacional.
Este é um espaço para os membros no Brasil que querem fazer network e compartilhar experiências sobre Gestão do Capital Intelectual e KM para o desenvolvimento como precursores da Inovação. Os comentários podem ser em inglês ou português.
A participação na comunidade KM4DEV, www.km4dev.org , é absolutamente livre de custos e possibilita o acesso a uma ampla gama de informações, incluindo o KM4Dev Journal. Estou pessoalmente contando em ter a honrosa participação de vocês em nosso grupo de discussão, cujo o site é http://www.km4dev.org/group/km4dev-brazil .

Forte abraço


Fernando Goldman
 

Os papéis da Educação Corporativa e da Gestão do Conhecimento Organizacional

Prezados


No final dos anos 1990, em uma entrevista no Knowledge Management Journal, foi perguntado a Peter Senge qual ele achava que seria o principal desafio para os profissionais envolvidos com Gestão do Conhecimento nos próximos anos. Sua resposta foi sucinta, porém muito esclarecedora. Segundo ele, este principal desafio seria entender qual é a natureza do Conhecimento Organizacional, ou seja, como ele é gerado, como é difundido, o que significa desenvolver mais estratégias baseadas no conhecimento, o que acontece na interface entre a aquisição de informações e a geração de conhecimento.

Para Senge, estas seriam as questões profundas e dificilmente consideradas triviais em qualquer esforço deste tipo.

Desde que Senge deu esta entrevista, a Gestão do Conhecimento vem tentando decolar no mais variados tipos de arranjos organizacionais, dos mais diferentes setores e indústrias, inclusive nos esforços para o desenvolvimento e em organizações internacionais de ajuda humanitária, mas a compreensão da natureza do Conhecimento Organizacional continua sendo uma dificuldade entre economistas, administradores, estrategistas e toda uma gama de profissionais responsáveis pela Gestão do Conhecimento.

Uma confusão usual diz respeito a contextualizar os papéis da Educação Corporativa e da Gestão do Conhecimento. É comum encontrar gente que imagina que alguma coisa que é chamada de Gestão do Conhecimento deveria ter algo a ver com treinamento.

O termo Educação Corporativa, aqui, representa as variadas formas em que se apresenta o conceito de Treinamento e Desenvolvimento, indo do simples Centro de Treinamento às Universidades Corporativas, passando até mesmo por Centros de Treinamento travestidos de Universidades Corporativas.

Tenho usado a figura acima para tentar esclarecer a confusão conceitual muito observada entre os papéis da Educação Corporativa e da Gestão do Conhecimento Organizacional.

Nela é enfatizada a diferença entre as capacitações individuais dos seres humanos envolvidos no processo produtivo – já levadas em conta no tradicional fator de produção “trabalho” – que são objeto da Educação Corporativa e as capacitações organizacionais, em especial, as Capacitações Dinâmicas.

Forte abraço
Fernando Goldman

domingo, 30 de outubro de 2011

Alex Osterwalder no Rio Business Innovation 2011

Prezados

Recebi do Claudio D´Ipolitto o convite para o Rio Business Innovation 2011. Vejam os detalhes abaixo. 

Forte abraço
Fernando Goldman

 
Prezado,
Temos o prazer de apresentar o seminário Rio Business Innovation 2011, que terá lugar nos dias 28 e 29 de novembro de 2011, no auditório da FGV Rio, em Botafogo e que promovemos com o apoio da FGV Rio, Band Rio, Rio Negócios, Sebrae Rio, ABRH, ABIMAQ, INPI, REINC e Porto Maravilha.
As questões centrais postas pelo seminário a gestores e empreendedores são: 
  • "você conhece as novas oportunidades de negócio em curso no Rio de Janeiro e suas repercussões no Brasil?"
  • "seu modelo de negócios está preparado para aproveitar tais oportunidades?"
O objetivo é alertar as equipes envolvidas no desenho de novos produtos e novos modelos de negócio para enormes oportunidades geradas pela convergência dos fluxos de investimento relacionados a Rio+20, Copa, Olimpíadas, Porto Maravilha, Pré-sal, novas fontes de energia e indústrias criativas.

No dia 28/11, 2ªfeira, teremos o consultor internacional Alexander Osterwalder que apresentará o método Business Model Generation, já adotado por empresas como 3M, Ericsson, IBM, Telenor e outras.

O dia 29/11, 3a feira, será aberto pelo painel "Inovação e Sustentabilidade", que já conta com as presenças confirmadas de Jorge Avila, presidente do INPI que tratará das Patentes Verdes, do consultor Victorio Mattarozzi que abordará entre outos temas, o Protocolo Verde, Carbon Disclosure Project, Dimensões da Sustentabilidade (Tripple Botton Line) e os Princípios do Equador e da Dra Alice Ferruccio, professora da POLI/UFRJ e diretora da ABRH, que abordará os requisitos humanos para a inovação.

Contamos, ainda, com os seguintes palestrantes já confirmados: Maurício Guedes (Parque Tecnológico da UFRJ), Alberto Machado Neto (ABIMAQ), Marcos Cavalcanti (CRIE COPPE/UFRJ), Andrea Bedeschi (Rio Negócios), Sandro Sato (DOW) e Alberto Silva (Porto Maravilha-Rio).
O programa atualizado está disponível na página do Rio Business Innovation 2011 

As inscrições podem ser feitas em 

Junte-se a nós nesta mobilização pela inovação no Brasil.

Agradecemos sua atenção.

Atenciosamente, Claudio D´Ipolitto


FGV Management
Professor de Novos Modelos de Negócio
Coordenador do MBA em Gestão e Produção Cultural
Coordenador Geral do Seminário Rio Business Innovation


Produtor Executivo do Seminário Rio Business Innovation


Fernando Graell
InoveLab: Inovação, Cultura e Desenvolvimento Ltda.