Prezados
O pessoal da Equipe Eu no Mundo de Todos está disponibilizando, no blog deles, o audio das palestras apresentadas durante o 1º encontro Eu no Mundo de Todos realizado no Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ, ao qual tive o prazer de assistir.
Vale a pena dar uma ouvida em todas as apresentações.
Estão reunidos na página http://www.eunomundodetodos.com.br/p/1-encontro-eu-no-mundo-de-todos.html os conteúdos em aúdio do belo evento que eles organizaram.
Forte abraço
Fernando Goldman
O objetivo desse blog é permitir que interessados em Gestão do Conhecimento(Knowledge Management - KM) possam trocar idéias e aprimorar sua visão do assunto. Aqui todos somos aprendizes.
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Áurea Laguna e As Alquimistas da Palavra com a Oficina: "Nos Domínios do Saber Lobatiano"
Prezados
Compartilho com vocês o convite para uma nova atividade das amigas Deka e Sonia.
Forte abraço
Fernando Goldman
Bom dia, Fernando
Envio-lhe a programação da Oficina: "Nos Domínios do Saber Lobatiano", com um conteúdo interessante, principalmente para as pessoas que, na infância, "moraram" no Sítio do Picapau Amarelo.
Se possível, peço-lhe que divulgue esta Programação.
Um abraço
Deka Teubl
2a. Secretária da Associação dos Amigos da Biblioteca Popular de Botafogo "Machado de Assis"
Profa. (Letras) e Contadora de histórias
Programação
Oficina
"Nos Domínios do Saber Lobatiano"
"Ah! Que mundos diferentes, o do adulto e o da criança! Por não compreender isso e considerar a criança "um adulto em ponto pequeno", é que tantos escritores fracassam na literatura infantil e um Andersen fica eterno" (Monteiro Lobato)
. Ministrante: Áurea Laguna. Local: Espaço Cultural Correia Lima . Endereço: Rua Bento Lisboa, 58 - 1o. andar / Catete / RJ
Especialização em Língua Portuguesa e Estudos Literários (Ribeirão Preto) e em Literatura e Crítica Literária (Unesp).
Autora dos manuscritos "Os Ilustradores de Monteiro Lobato" e "O 'Saber' nas vozes lobatianas de Emília do Visconde de Sabugosa".. Programação (Público adulto)
- Abertura: contação de história: Sonia Sampaio
- O nascimento da Literatura para crianças na Europa
. Perrault, Irmãos Grimm e Andersen
. As instituições: família e escola nos séculos XVIII e XIX
- A Literatura para crianças no Brasil
. A literatura escolar
. O surgimento do escritor Monteiro Lobato
- A permanência de Lobato na atualidade
. A saga do Sítio do Picapau Amarelo
. O resgate das obras literárias do escritor- Atividades lúdicas- Bibliografia
- Entrega de certificados
. Dia: 14 de dezembro de 2011 (quarta-feira). Horário: das 14:00 às 16:00 horas. Carga horária: 2 horas-atividade. Investimento: R$25,00 (com material didático). Inscrição: até 12/12/2011 (sábado) com- Sonia Sampaio / e-mail: sonia.sampaio@oi.com.brFone: (21) 2551-3572 ou- Deka Teubl / e-mail: dekateubl@yahoo.com.brFone: (21) 3237-7237
Atenciosamente
As Alquimistas da Palavra
Sonia Sampaio e Deka Teubl
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Apresentações do Sebastião Ferreira na KM4Dev Brazil
Prezados
Forte abraço
Fernando Goldman
Há duas apresentações, em Power Point, muito interessantes, do consultor Sebastiao Ferreira na nossa comunidade brasileira do KM4Dev. Uma na conferência do Centro de Pesquisas Europeos (York) e outra num seminario organizado pelo IICA-CGIAR em Brasilia.
O Sebastião Ferreira é um brasileiro, que hoje vive no Perú, e que de 2006-2011 foi professor visitante no MIT, participando de um laboratorio de inovação. Ele foi convidado por um trabalho de apoio a inovação em comunidades que fez na América Latina e por algumas metodologias e ferramentas cognitivas que vem desenvolvendo.
Para se juntar ao Grupo de Discussão KM4Dev Brazil, você primeiro pedir para se associar à comunidade KM4Dev e aguardar a aceitação, que leva normalmente um dia.
A comunidade Knowledge Management for Development (KM4Dev), que é uma comunidade internacional onde estão conectados entusiastas de Gestão do Conhecimento e especialistas em Políticas Públicas voltadas ao desenvolvimento, interessados em questões sobre como as diferentes abordagens do Conhecimento podem propiciar o desenvolvimento internacional.
A participação na comunidade KM4DEV, http://www.km4dev.org/ , é absolutamente livre de custos e possibilita o acesso a uma ampla gama de informações, incluindo o KM4dev Journal.
O Grupo de Discussão KM4Dev Brazil é um espaço para os membros brasileiros do Km4Dev, que querem fazer network e compartilhar experiências sobre Gestão do Capital Intelectual e KM para o desenvolvimento como precursores da Inovação.
Os comentários podem ser em inglês ou português.
Depois de se associar ao KM4Dev, basta se juntar ao http://www.km4dev.org/group/km4dev-brazil, que em breve será acessível somente aos membros registrados.
Forte abraço
Fernando Goldman
Da série 'Frases que dizem tudo' - Ayn Rand
Prezados
Segue frase que recebi da amiga Maria Tereza Garcia.
Forte abraço
Fernando Goldman
Uma frase que diz tudo. Frase da filósofa russo-americana Ayn Rand (fugitiva da revolução russa, que chegou aos Estados Unidos na metade da década de 1920), mostrando uma visão com conhecimento de causa:
Segue frase que recebi da amiga Maria Tereza Garcia.
Forte abraço
Fernando Goldman
Uma frase que diz tudo. Frase da filósofa russo-americana Ayn Rand (fugitiva da revolução russa, que chegou aos Estados Unidos na metade da década de 1920), mostrando uma visão com conhecimento de causa:
“Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em auto-sacrifício; então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada”.
terça-feira, 29 de novembro de 2011
Belo Monte, decisão técnica ou política?
Prezados
Recebi três mensagens trazendo argumentações contra o vídeo dos artistas da Globo, sobre Belo Monte, que mostrei na postagem de 20.11.2011.
A primeira, em um vídeo, com argumentos um tanto ingênuos, postado no Youtube: http://www.youtube.com/watch?v=JhYd48tQav4&feature=youtu.be
A segunda, traz um texto assinado por Delfim Neto, que pode ser classificado como terrorismo ingênuo. Afinal, como a construção de uma enorme usina subaproveitada vai inibir a ganância de outros povos por nossa água?
A terceira, traz um comentário do blog de um tal de Reinaldo Azevêdo, que se apresenta como inimigo do PT, da Dilma e do projeto de Belo Monte, mas faz considerações que tornam difícil imaginar que sua apresentação esteja totalmente correta. Acho que ele é inimigo mesmo é da Globo e da Maitê Proença.
Todas três mensagens tentam convencer a quem as acesse, de forma um tanto áspera, que o tal vídeo dos artistas globais dizia um monte de bobagens ou premeditadas inverdades.
Vou me ater aos dados e informações sobre o emprendimento de Belo Monte e evitar considerações de ordem pessoal a este ou a
àquele artista. Infelizmente o vídeo dos artistas da Globo está certo em vários pontos quando questiona Belo Monte como decisão política.
Chamar os artistas da Globo de Magdos e Magdas não muda o caráter da decisão tomada. Não é minha intenção me envolver nesta discussão e por isso não vou discutir ponto por ponto da questão Belo Monte, mas acho importante que se esclareçam alguns pontos, sem passionalidades e terrorismos ingênuos.
O primeiro ponto importante de ser esclarecido passa pela definição – vejam bem! trata-se de uma definição, eu diria política, ou seja, que depende dos interesses envolvidos – se energia hidrelétrica proveniente de usinas de grande porte deve ou não ser considerada fonte de energia limpa. Belo Monte será a terceira maior hidrelétrica do mundo em capacidade instalada, não restando dúvidas de que se trata de uma usina de grande porte.
É importante notar que tal definição deveria ser e é independente de se a usina vai ser construída no meio da Floresta Amazônica. Independente do seu caráter concentrador de renda. Independente de se o projeto é viável economicamente ou não. Independente se os 25 bilhões de reais inicialmente previstos para sua construção poderiam ser usados de forma muito mais sábia para o desenvolvimento de tecnologia genuinamente nacional e por aí vai.
Segundo o documento "Green Investing Towards a Clean Energy Infrastructure" do Fórum Econômico Mundial (2009) 'o investimento em energia limpa deve ser definido como o investimento em energia renovável e tecnologia de eficiência energética, porém excluindo a energia nuclear e as grandes hidrelétricas'.
As razões porque a energia nuclear não deve ser considerada energia limpa, embora não gere um único centímetro cúbico de fumaça, carbono portanto, me parecem óbvias demais para precisarem aqui de alguma análise.
Quanto às hidrelétricas de grande porte, que também não geram fumaça, a discussão pode ser estendida, dependendo dos interesses envolvidos. Se você está a serviço dos interesses dos que constróem barragens - vou evitar a palavra "empreiteros", para não ficar pesado - ou a serviço dos fornecedores de equipamentos elétricos de grande porte, nenhum deles desenvolvido no Brasil, embora alguns até sejam fabricados aqui, por uma questão de logística favorável, talvez você não ache conveniente usar a definição do Fórum Econômico Mundial. Paciência.
Seria conveniente, no entanto, lembrar que a busca de energia limpa está diretamente associada ao conceito de sustentabilidade, que, por princípio, significa que o uso dado a determinado recurso no presente não impedirá seu uso no futuro.
Quando se constrói uma grande hidrelétrica, isto significa um impacto ambiental numa área muito maior do que a do reservatório, impacto este que precisa ser avaliado antes e monitorado depois para ver os resultados. Quando se faz isto em um ambiente tão complexo quanto a Floresta Amazônica, com suas múltiplas interações, abre-se mão do Princípio da Precaução e adota-se a postura do 'vamos fazer para ver o que é vai dar'. Não há resultados garantidos visto que se está falando de uma decisão tomada em contexto de incerteza ( não de risco) e racionalidade limitada e que em casos assim, só os idiotas acreditam no óbvio.
Por exemplo, pode parecer óbvio que um lago com 0,019% da área da parte brasileira da floresta deve não ter impacto ambiental nenhum e um lago com 0,34% causaria um estrago vinte vezes maior, ou seja, nenhum impacto, pois vinte vezes nenhum resultaria em nenhum impacto. Temos aqui um belo exemplo do raciocínio linear cartesiano, tão útil para analisar impactos ambientais quanto a estatística para prever o resultado de uma partida de futebol. Estamos falando de fenômenos emergentes associados à Teoria da Complexidade, onde nada é tão óbvio quanto possa parecer.
Já no terreno da propaganda, dos comentários dos links lá do início desta postagem, , muito menos complexo, é óbvia a presença de um dedo dos interesses do rolo compressor da solução hidrelétrica centralizada, ou seja, da contrução de Usinas Hidrelétricas de grande porte - implicando na implantação grandes sistemas de transmissão de energia e o redimensionamento, com consequente troca, de muitos dos equipamentos já existentes.
Parece haver a vontade de desqualificar a opinião de qualquer um que não seja favorável ao empreendimento. Afinal, Belo Monte não será ruim para todos. Se os interessados em ver o projeto sair do papel chamam de Magdos e Magdas a atores de reconhecimento nacional, como alguns dos do vídeo, só porque estão convidando as pessoas a discutirem outras possíveis soluções, imaginem o que fariam com os simples mortais.
É importante entender que por trás da discussão de se os artistas da Globo têm o direito de se manifestar sobre um assunto, que parece muito técnico, está a decisão política, que afeta a todos nós, de se manter o paradigma já exaurido da Geração Centralizada em detrimento de abraçarmos um novo paradigma de planejamento energético, Geração Distribuída e Eficiência Energética, capaz de propiciar ao Brasil o catching-up tecnológico na transição da humanidade para uma Economia de Baixo Carbono.
A decisão política que estamos tomando é se chegaremos a esta nova economia como atores, com nossas próprias tecnologias, ou como espectadores com nossas grandes e ultrapassadas hidrelétricas, por mais modernas que elas possam parecer aos desinformados sobre o tema tecnologia.
Se os globais não têm o direito de se manifestarem, imagine-se o cidadão comum.
Forte abraço
Fernando Goldman
domingo, 20 de novembro de 2011
Belo monte de bobagens
Prezados
Parece que mais gente bem informada anda levantando a voz contra a Terceira Maior Hidrelétrica do Mundooooo.
Segue vídeo sobre o assunto. Vejam antes que tirem do ar.
Forte abraço
Fernando Goldman
Parece que mais gente bem informada anda levantando a voz contra a Terceira Maior Hidrelétrica do Mundooooo.
Segue vídeo sobre o assunto. Vejam antes que tirem do ar.
Forte abraço
Fernando Goldman
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Organizational Knowledge Management as a precursor of Innovation
Prezados
Segue a apresentação da Semana da produção da Faculdade SENAI/ CETIQT, vertida para o inglês.
Forte abraço
Fernando Goldman
Segue a apresentação da Semana da produção da Faculdade SENAI/ CETIQT, vertida para o inglês.
Forte abraço
Fernando Goldman
The End of Management
Prezados
Eu recebo sempre os e-mails da Lista de Discussão do Rubens Queiroz de Almeida, sempre com um pequeno texto muito interessante sobre vários temas e o respectivo vocabulário. Recomendo a todos que desejem aperfeiçoar seu inglês. Uma das últimas mensagens que recebi tem um parágrafo que eu gostaria de compartilhar com vocês.
Vocês podem concordar ou não com seu conteúdo, mas vale a pena analisar o texto abaixo.
Na verdade, ele fala das complexidades de uma relação que ainda pressupõe uma completa separação entre aqueles que desenvolvem as idéias e aqueles que têm de pô-las em prática nas empresas, ou seja, a questão que Frederick W. Taylor se propos a resolver.
Spender se refere a Taylor como ‘o autor da mais amplamente apreciada Teoria da Firma Baseada no Conhecimento'.
Forte abraçoFernando Goldman
Managers
Managers are the dinosaurs of our modern organizational ecology. The Age of Management is finally coming to a close. The need for overseers, surrogate parents, scolds, monitors, functionaries, disciplinarians, bureaucrats, and lone implementers is over, while the need for visionaries, leaders, coordinators, coaches, mentors, facilitators, and conflict resolvers is steadily increasing, pressing itself upon us. ... Nearly unnoticed, a far-reaching organizational transformation has already begun. This revolution is attempting to turn inflexible, autocratic, static, coercive bureaucracies into agile, evolving, democratic, collaborative, self-managing webs of association.The End of Management, Kenneth Cloke & Joan GoldsmithVocabulary Help
- age - idade
- management - gerenciamento
- come to a close - acabar
- need - necessidade
- overseer - supervisores
- surrogate parents - pais adotivos
- scold - repreender
- to be over - acabado
- coach - orientador
- steadily - firmemente
- increase - aumentar
- unnoticed - silenciosamente, sem ser notado
- far-reaching - de longo alcance
- begin (begin, began, begun) - começar
- attempt - tentar
- turn - transformar
- self-managing - auto gerenciável
- web - teia
Para receber as mensagens da lista, com o áudio das mensagens gravado por um nativo da língua inglesa visite http://efrl.idph.com.br/ +++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++
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__,_._,___
sábado, 12 de novembro de 2011
O Brasil como país exportador de commodities ou de produtos intensivos em conhecimento
Prezados
Recebi o boletim do Crie em que o Marcos Cavalcanti divulga o Programa Conta Corrente Especial de hoje, sábado (12/11), falando de empreendedorismo e inovação, onde ele e o Ysmar Vianna foram entrevistados pelo George Vidor sobre como o Brasil deve se preparar para estimular a inovação no Brasil.
O foco da discussão é o momento que vivemos, onde o Brasil ainda precisa, apesar de estarmos na segunda década, escolher a forma de sua inserção no século XXI: se como país exportador de commodities ou de produtos intensivos em conhecimento.
Ainda não sei exatamente o horário do programa, mas se não puder vê-lo diretamente vou acessar o site da Globo News para asistí-lo com calma.
Mas é interessante que esta discussão se apresente e vale a pena lembrar que ela não é tão nova quanto pode parecer à primeira vista.
Para quem ainda não conhece, vale a pena conhecer o debate travado entre Eugênio Gudin e Roberto Simonsen, na década de 1940. Será possível ver que a discussão é muito mais antiga do que pode nos parecer.
A controvérsia se dava naquele momento com relação a dois pontos básicos. De um lado Simonsen, representando a inovação, tentando tirar o país da condição de simples exportador de commodities, o que naquele momento significa a planificação de um processo de industrialização como forma de mobilização econômica do país e de outro Gudin, um liberal extremado, que defendia com riqueza de argumentos nossa vocação agrícula, insistindo no aumento da eficiência (leia-se produtividade) e o ‘não’ ao planejamento que buscava a eficácia.
Muitos não percebem, mas continuamos mergulhados nesta controvérsia até hoje, mesmo que tenhamos passado da Era Industrial para a Era do Conhecimento.
O IPEA lançou dois livros comemorativos sobre o debate travado entre Eugênio Gudin e Roberto Simonsen, que estão disponíveis em :
http://www.ipea.gov.br/sites/000/2/livros/2010/Simonsen_Vol.1.pdf
http://www.ipea.gov.br/sites/000/2/livros/2010/Simonsen_Vol.2.pdf
Vale a pena conhecer o rico material ali produzido e não deixar de assistir o programa também.
Forte abraço
Fernando Goldman
Recebi o boletim do Crie em que o Marcos Cavalcanti divulga o Programa Conta Corrente Especial de hoje, sábado (12/11), falando de empreendedorismo e inovação, onde ele e o Ysmar Vianna foram entrevistados pelo George Vidor sobre como o Brasil deve se preparar para estimular a inovação no Brasil.
O foco da discussão é o momento que vivemos, onde o Brasil ainda precisa, apesar de estarmos na segunda década, escolher a forma de sua inserção no século XXI: se como país exportador de commodities ou de produtos intensivos em conhecimento.
Ainda não sei exatamente o horário do programa, mas se não puder vê-lo diretamente vou acessar o site da Globo News para asistí-lo com calma.
Mas é interessante que esta discussão se apresente e vale a pena lembrar que ela não é tão nova quanto pode parecer à primeira vista.
Para quem ainda não conhece, vale a pena conhecer o debate travado entre Eugênio Gudin e Roberto Simonsen, na década de 1940. Será possível ver que a discussão é muito mais antiga do que pode nos parecer.
A controvérsia se dava naquele momento com relação a dois pontos básicos. De um lado Simonsen, representando a inovação, tentando tirar o país da condição de simples exportador de commodities, o que naquele momento significa a planificação de um processo de industrialização como forma de mobilização econômica do país e de outro Gudin, um liberal extremado, que defendia com riqueza de argumentos nossa vocação agrícula, insistindo no aumento da eficiência (leia-se produtividade) e o ‘não’ ao planejamento que buscava a eficácia.
Muitos não percebem, mas continuamos mergulhados nesta controvérsia até hoje, mesmo que tenhamos passado da Era Industrial para a Era do Conhecimento.
O IPEA lançou dois livros comemorativos sobre o debate travado entre Eugênio Gudin e Roberto Simonsen, que estão disponíveis em :
http://www.ipea.gov.br/sites/000/2/livros/2010/Simonsen_Vol.1.pdf
http://www.ipea.gov.br/sites/000/2/livros/2010/Simonsen_Vol.2.pdf
Vale a pena conhecer o rico material ali produzido e não deixar de assistir o programa também.
Forte abraço
Fernando Goldman
terça-feira, 8 de novembro de 2011
domingo, 6 de novembro de 2011
Grupo de Discussão brasileiro na comunidade Knowledge Management for Development (KM4Dev)
Acabo de criar um Grupo de Discussão brasileiro na comunidade Knowledge Management for Development (KM4Dev), que é uma comunidade internacional onde estão conectados entusiastas de Gestão do Conhecimento e especialistas em Políticas Públicas voltadas ao desenvolvimento, interessados em questões sobre como as diferentes abordagens do Conhecimento podem ser precursoras das inovações necessárias ao desenvolvimento internacional.
Este é um espaço para os membros no Brasil que querem fazer network e compartilhar experiências sobre Gestão do Capital Intelectual e KM para o desenvolvimento como precursores da Inovação. Os comentários podem ser em inglês ou português.
A participação na comunidade KM4DEV, www.km4dev.org , é absolutamente livre de custos e possibilita o acesso a uma ampla gama de informações, incluindo o KM4Dev Journal. Estou pessoalmente contando em ter a honrosa participação de vocês em nosso grupo de discussão, cujo o site é http://www.km4dev.org/group/km4dev-brazil .
Forte abraço
Fernando Goldman
Fernando Goldman
Os papéis da Educação Corporativa e da Gestão do Conhecimento Organizacional
Prezados
No final dos anos 1990, em uma entrevista no Knowledge Management Journal, foi perguntado a Peter Senge qual ele achava que seria o principal desafio para os profissionais envolvidos com Gestão do Conhecimento nos próximos anos. Sua resposta foi sucinta, porém muito esclarecedora. Segundo ele, este principal desafio seria entender qual é a natureza do Conhecimento Organizacional, ou seja, como ele é gerado, como é difundido, o que significa desenvolver mais estratégias baseadas no conhecimento, o que acontece na interface entre a aquisição de informações e a geração de conhecimento.
Para Senge, estas seriam as questões profundas e dificilmente consideradas triviais em qualquer esforço deste tipo.
Desde que Senge deu esta entrevista, a Gestão do Conhecimento vem tentando decolar no mais variados tipos de arranjos organizacionais, dos mais diferentes setores e indústrias, inclusive nos esforços para o desenvolvimento e em organizações internacionais de ajuda humanitária, mas a compreensão da natureza do Conhecimento Organizacional continua sendo uma dificuldade entre economistas, administradores, estrategistas e toda uma gama de profissionais responsáveis pela Gestão do Conhecimento.
Uma confusão usual diz respeito a contextualizar os papéis da Educação Corporativa e da Gestão do Conhecimento. É comum encontrar gente que imagina que alguma coisa que é chamada de Gestão do Conhecimento deveria ter algo a ver com treinamento.
O termo Educação Corporativa, aqui, representa as variadas formas em que se apresenta o conceito de Treinamento e Desenvolvimento, indo do simples Centro de Treinamento às Universidades Corporativas, passando até mesmo por Centros de Treinamento travestidos de Universidades Corporativas.
Tenho usado a figura acima para tentar esclarecer a confusão conceitual muito observada entre os papéis da Educação Corporativa e da Gestão do Conhecimento Organizacional.
Nela é enfatizada a diferença entre as capacitações individuais dos seres humanos envolvidos no processo produtivo – já levadas em conta no tradicional fator de produção “trabalho” – que são objeto da Educação Corporativa e as capacitações organizacionais, em especial, as Capacitações Dinâmicas.
Forte abraço
Fernando Goldman
No final dos anos 1990, em uma entrevista no Knowledge Management Journal, foi perguntado a Peter Senge qual ele achava que seria o principal desafio para os profissionais envolvidos com Gestão do Conhecimento nos próximos anos. Sua resposta foi sucinta, porém muito esclarecedora. Segundo ele, este principal desafio seria entender qual é a natureza do Conhecimento Organizacional, ou seja, como ele é gerado, como é difundido, o que significa desenvolver mais estratégias baseadas no conhecimento, o que acontece na interface entre a aquisição de informações e a geração de conhecimento.
Para Senge, estas seriam as questões profundas e dificilmente consideradas triviais em qualquer esforço deste tipo.
Desde que Senge deu esta entrevista, a Gestão do Conhecimento vem tentando decolar no mais variados tipos de arranjos organizacionais, dos mais diferentes setores e indústrias, inclusive nos esforços para o desenvolvimento e em organizações internacionais de ajuda humanitária, mas a compreensão da natureza do Conhecimento Organizacional continua sendo uma dificuldade entre economistas, administradores, estrategistas e toda uma gama de profissionais responsáveis pela Gestão do Conhecimento.
Uma confusão usual diz respeito a contextualizar os papéis da Educação Corporativa e da Gestão do Conhecimento. É comum encontrar gente que imagina que alguma coisa que é chamada de Gestão do Conhecimento deveria ter algo a ver com treinamento.
O termo Educação Corporativa, aqui, representa as variadas formas em que se apresenta o conceito de Treinamento e Desenvolvimento, indo do simples Centro de Treinamento às Universidades Corporativas, passando até mesmo por Centros de Treinamento travestidos de Universidades Corporativas.
Tenho usado a figura acima para tentar esclarecer a confusão conceitual muito observada entre os papéis da Educação Corporativa e da Gestão do Conhecimento Organizacional.
Nela é enfatizada a diferença entre as capacitações individuais dos seres humanos envolvidos no processo produtivo – já levadas em conta no tradicional fator de produção “trabalho” – que são objeto da Educação Corporativa e as capacitações organizacionais, em especial, as Capacitações Dinâmicas.
Forte abraço
Fernando Goldman
domingo, 30 de outubro de 2011
Alex Osterwalder no Rio Business Innovation 2011
Prezados
Recebi do Claudio D´Ipolitto o convite para o Rio Business Innovation 2011. Vejam os detalhes abaixo.
Forte abraço
Fernando Goldman
Prezado,Temos o prazer de apresentar o seminário Rio Business Innovation 2011, que terá lugar nos dias 28 e 29 de novembro de 2011, no auditório da FGV Rio, em Botafogo e que promovemos com o apoio da FGV Rio, Band Rio, Rio Negócios, Sebrae Rio, ABRH, ABIMAQ, INPI, REINC e Porto Maravilha.As questões centrais postas pelo seminário a gestores e empreendedores são:
- "você conhece as novas oportunidades de negócio em curso no Rio de Janeiro e suas repercussões no Brasil?"
- "seu modelo de negócios está preparado para aproveitar tais oportunidades?"
O objetivo é alertar as equipes envolvidas no desenho de novos produtos e novos modelos de negócio para enormes oportunidades geradas pela convergência dos fluxos de investimento relacionados a Rio+20, Copa, Olimpíadas, Porto Maravilha, Pré-sal, novas fontes de energia e indústrias criativas.
No dia 28/11, 2ªfeira, teremos o consultor internacional Alexander Osterwalder que apresentará o método Business Model Generation, já adotado por empresas como 3M, Ericsson, IBM, Telenor e outras.
O dia 29/11, 3a feira, será aberto pelo painel "Inovação e Sustentabilidade", que já conta com as presenças confirmadas de Jorge Avila, presidente do INPI que tratará das Patentes Verdes, do consultor Victorio Mattarozzi que abordará entre outos temas, o Protocolo Verde, Carbon Disclosure Project, Dimensões da Sustentabilidade (Tripple Botton Line) e os Princípios do Equador e da Dra Alice Ferruccio, professora da POLI/UFRJ e diretora da ABRH, que abordará os requisitos humanos para a inovação.
Contamos, ainda, com os seguintes palestrantes já confirmados: Maurício Guedes (Parque Tecnológico da UFRJ), Alberto Machado Neto (ABIMAQ), Marcos Cavalcanti (CRIE COPPE/UFRJ), Andrea Bedeschi (Rio Negócios), Sandro Sato (DOW) e Alberto Silva (Porto Maravilha-Rio).O programa atualizado está disponível na página do Rio Business Innovation 2011
As inscrições podem ser feitas em
sábado, 29 de outubro de 2011
Lançamento do Livro Contadores de Histórias: um exercício para muitas vozes
Prezados
Espaço Sesc
Rua Domingos Ferreira 160 – Copacabana
Simpósio Internacional de Contadores de Histórias
De 9 a 13 de novembro de 2011
10/11 - 17h30 - Lançamento do Livro Contadores de Histórias: um exercício para muitas vozes, com a presença dos autores.
Forte abraço
Fernando Goldman
Por fim vai sair o livro sobre Narrativas organizado pela Benita Prietro.
O livro se propõe a ser uma referência para pesquisadores, contadores de histórias, bibliotecários, agentes de leitura, professores e todos os interessados na arte de contar histórias. A publicação vai falar sobre a importância da narração oral para melhoria da sociedade e sua interferência nos diversos ambientes do convívio humano: escolas, meio acadêmico, empresas, família, relacionamentos interpessoais e comunidades em geral.
O livro é composto de textos, entrevistas, depoimentos, ensaios inéditos de contadores de histórias brasileiros, que têm reconhecimento nacional na sua atividade.
Participam também contadores que desenvolvem projetos de leitura usando a narração oral e artigos de pesquisadores de áreas ligadas à arte de contar histórias.
Tive a honra de escrever um capítulo sobre o papel das narrativas nos ambientes empresariais.
O lançamento será dentro do Simpósio Internacional de Contadores de Histórias. Para dar um gostinho, vejam a capa.
Espaço Sesc
Rua Domingos Ferreira 160 – Copacabana
Simpósio Internacional de Contadores de Histórias
De 9 a 13 de novembro de 2011
10/11 - 17h30 - Lançamento do Livro Contadores de Histórias: um exercício para muitas vozes, com a presença dos autores.
Forte abraço
Fernando Goldman
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
Inovação e Sustentabilidade na Transição do Setor Elétrico para uma Economia de Baixo Carbono
Prezados
Segue apresentação feita no XXI SNPTEE, em Florianópolis - SC.
Forte abraço
Fernando Goldman
Segue apresentação feita no XXI SNPTEE, em Florianópolis - SC.
Forte abraço
Fernando Goldman
sábado, 22 de outubro de 2011
Understanding the Framework of The Dynamics of Organizational Knowledge
Prezados
Dynamic Capabilities have been described as the key to firm superior long-term achievements. They are considered to enable creation, deployment, and protection of the intangible assets at firm-level, in particular, assets of knowledge.
Dynamic Capabilities have been described as the key to firm superior long-term achievements. They are considered to enable creation, deployment, and protection of the intangible assets at firm-level, in particular, assets of knowledge.
They are supposed to support competitive advantages, but neither social nor behavioral sciences have had success in the endeavor to specify the nature and microfoundations of them. Microfoundations have been described as distinct skills, processes, procedures, organizational structures, decision rules, and other similar concepts and labels, which strengthen sensing, seizing and reconfiguring capabilities of the firm.
They are sometimes difficult to identify and analyze, but they are acknowledged as important issues for innovative firms. These not only adapt themselves to their business environments, but also shape those environments, through innovation and inter-firm collaboration.
Most broad literature produced in recent decades about firms, in the fields of Economics, Strategic Management, Organizational Theory, Entrepreneurship, Innovation Management and Organizational Change has not been effective in building bridges between Dynamic Capabilities and Organizational Learning processes, which should be considered processes of Organizational Knowledge Creation. It is easy to note a difficulty to explain the variation in the degree of success of firms to be innovative with reference to different degrees and qualities of their Organizational Knowledge Creation, this means, in other words, their dynamics of Organizational Knowledge.
A more accurate conceptualization of Organizational Knowledge has been relatively neglected, especially if taken into account the centrality of this issue to the understanding of the elements that allow firms to search innovation and, as a result, to create sustainable competitive advantages.
The dynamics of Organizational Knowledge is understood, in the framework proposed in this blog, as responsible for the coevolution of two sets of organizational processes that have knowledge as their main variable: one geared towards the operational functioning of the firm (both staff and line activities) referred herein as Operational Processes of Knowledge, that corresponds to knowledge processes of static routines, the object of which is the knowledge directly involved in the operation of a firm; the other dedicated to the creation of processes, policies and programs to influence, correct and improve operational processes, which will be identified with the notion of Knowledge Structures.
A better understanding of the dynamics of Organizational Knowledge will enable people to realize it as an intangible, dynamic, emerging and specific asset to each company, that does not correspond to the simple sum of knowledge of individuals of the firm, and it will be able, or not, to create sustainable competitive advantages. This blog describes a research that uses the Organizational Knowledge Creation Theory as a point of departure to examine some different frameworks up to now proposed to better understand the dynamics of Organizational Knowledge, and it will propose a new framework that will take into account new and important features, as, for instance, processes of reflection, and will identify Dynamic Capabilities as an integration of different constructs, of first and second order, in the dynamics of Organizational Knowledge and not a simple set of processes, as usual.
This blog sets forth a theoretical account of the genesis and evolution to consider different states of Organizational Knowledge. This approach takes into account the subjectivity of agents, normally not considered in other frameworks. The result of this discussion will be by presenting a general framework linking evolution of structural processes of knowledge, here not being considered the only part of Dynamic Capabilities, to the evolution of static routines, considered as operational processes of knowledge.
The proposed framework can, for instance, help scholars to understand the foundations of Organizational Ambidexterity and long-run firm success. At the same time, it can help managers to delineate relevant strategic considerations and the priorities they must adopt to enhance firm performance.
Forte abraço
Fernando Goldman
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
Gestão do Conhecimento Organizacional como precursora da Inovação
Prezados
Segue apresentação feita na Semana da Produção da Faculdade SENAI/CETIQT.
Forte abraço
Fernando Goldman
Segue apresentação feita na Semana da Produção da Faculdade SENAI/CETIQT.
Forte abraço
Fernando Goldman
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
WorkShop Como Implantar Projetos de GED/ECM - Rio de Janeiro, dias 1 e 2 de Dezembro
Prezados
Segue divulgação de importante evento na área de Gestão de Informações.
Forte abraço
Fernando Goldman
Realização Correalização Apoio
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